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Colégio de Ciências Polares e de Ambientes Extremos da Universidade de Lisboa

Colégio de Ciências Polares e de Ambientes Extremos da Universidade de Lisboa

Colégio de Ciências Polares e de Ambientes Extremos da Universidade de Lisboa

O Colégio de Ciências Polares e de Ambientes Extremos (Polar2E) tem como missão criar sinergias entre equipas de investigação de excelência da Universidade de Lisboa em linhas estratégicas como as ciências da criosfera, a modelação climática, os ecossistemas polares e de ambientes extremos, a deteção remota, a construção sustentável em ambientes extremos, a biogeoquímica de ambientes extremos, o ambiente espacial e as ciências sociais, estendendo-as a outros domínios dentro da Universidade.

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O Ártico e o Antártico são peças-chave para a dinâmica do Sistema Terra, interligadas com todo o planeta através da atmosfera e do oceano global, condicionando de forma transversal processos naturais e socioeconómicos. Contudo, a dinâmica das regiões polares é complexa e pouco compreendida. Os impactes das mudanças ambientais aceleradas em curso, tanto no Ártico, através da designada Amplificação do Ártico, como na Antártida, por exemplo, através das mudanças na interface entre o Oceano Austral e os mantos de gelo continentais, fazem-se sentir à escala global. Problemas como a subida do nível do mar, o acentuar de eventos meteorológicos extremos, o ampliar dos riscos para a saúde ou o aparecimento de novos cenários geopolíticos, têm preocupado diversos países, levando a União Europeia a desenvolver uma estratégia para o Ártico.

O estudo da complexidade da dinâmica polar impõe enormes desafios científicos, logísticos e tecnológicos, que só podem ser superados através de abordagens interdisciplinares e de cooperação internacional. Em paralelo, as ciências dos ambientes extremos a nível planetário, como é o caso da astrobiologia e da exploração planetária, encontram desafios de elevada complexidade, nomeadamente na análise de luas geladas do sistema solar, e que na Terra só encontram análogos nas regiões polares ou em situações climáticas de extrema aridez. Os ambientes extremos estendem-se também ao ambiente espacial, completamente diferente do habitat natural do ser humano, oferecendo múltiplos desafios à engenharia e exploração espaciais, cujo desenvolvimento está apenas no início, com repercussões, também, nos domínios das Ciências Sociais, designadamente na space policy, na estratégia, na geopolítica ou na diplomacia.

Conselho Coordenador: Gonçalo Vieira (Diretor), Ricardo Trigo e Zita Martins (Sub-Diretores)

Equipa: Faculdade de Ciências (FC), Instituto de Geografia e Ordenamento do Território (IGOT), Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas (ISCSP) e Instituto Superior Técnico (IST)