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O Doutoramento em Estudos de Saúde Planetária da Universidade de Lisboa aborda desafios globais críticos na interseção das ciências da saúde, ambientais, sociais e políticas. Através de uma abordagem holística, o programa capacita os estudantes para lidarem com questões complexas que atravessam fronteiras disciplinares tradicionais.
Centrado na ação e na transformação, o programa identifica e aborda os problemas a nível local, regional e planetário - essenciais para o conceito de saúde planetária. Os estudantes são encorajados a desenvolver, testar e aperfeiçoar soluções, aplicando-as em laboratório ou em ambientes virtuais através de trabalho de equipa colaborativo. Esta abordagem transformadora e orientada para a solução distingue o programa, com um currículo concebido para integrar diversas abordagens aos desafios da saúde planetária. Os temas das teses de doutoramento são enquadrados como problemas reais de saúde planetária, frequentemente identificados em colaboração com uma série de partes interessadas (laboratórios estatais, hospitais, museus, empresas, ONG) que podem também estar envolvidas na contratação dos seus diplomados.
Apresentação
"As discussões sobre saúde planetária carecem frequentemente de ação. Ao criar o Programa de Doutoramento em Estudos de Saúde Planetária, as 19 Escolas da Universidade de Lisboa demonstram um forte empenho em impulsionar a mudança e promover a colaboração interdisciplinar para um impacto sustentável. Este programa é um passo em direção à inovação e à ação concreta para um planeta mais saudável. Convidamo-lo a juntar-se a nós neste esforço."
Cecília Rodrigues, Coordenadora do Programa
OBJETIVOS
Promoção de soluções para a saúde planetária
O programa tem como objetivo criar líderes capazes de gerar provas acionáveis e elaborar políticas públicas sustentáveis. Os doutorados irão impulsionar mudanças transformadoras para enfrentar os desafios de saúde multifacetados que o planeta enfrenta.
FOCO
Perspetiva Holística e Transdisciplinar
O programa dá ênfase a uma abordagem multidimensional, integrando as ciências da saúde com disciplinas das áreas ambientais e sociais para compreender e enfrentar os desafios da saúde planetária.
MODELO DE IMPACTO
Orientado para as soluções e colaborativo
Centrado na resolução de problemas, o programa apoia os estudantes na co-criação e teste de soluções à escala local e global, fomentando a inovação através da colaboração intersetorial e do envolvimento de várias partes interessadas. O programa integra perspectivas e metodologias para a aplicação global de conceitos, reconhecendo ligações não lineares entre sistemas. São desenvolvidas competências para a tomada de decisões operacionais baseadas em dados concretos, promovendo intervenções transformadoras informadas.
PÚBLICO-ALVO
Candidatos a peritos em saúde planetária
Ideal para profissionais e académicos nas áreas da saúde, ciências ambientais e política social, este programa atrai aqueles que pretendem contribuir com soluções para as questões de saúde planetária mais urgentes do mundo.
I enrolled in ULisboa’s Planetary Health Studies PhD program because it genuinely offers us the intellectual freedom to pursue interdisciplinary research.
Jamie Tijerina, USA
I feel deeply grateful and honored to have the opportunity to be part of the PhD on Planetary Health at the University of Lisboa. I can clearly see, from the very beginning, that the progamme has been carefully and thoughtfully planned: the classes, the schedules, the topics, the structure, the professors and the group work evaluations. The diversity of backgrounds and expertise in the group is at the same time challenging and very stimulating. I would like to congratulate you all for making this programme possible!!! Thanks again for this experience and opportunity!
Alejandra Viloria, Venezuela
Thus far, I am totally immersed with embracing this approach as it makes one realize that when adopting on a different set of eyes, it’s never too late for anyone who wishes to reframe their world on a more emphatic insight.
Paul Cortes, Philippines
My intention in joining the Planetary Health PhD programme is to rethink ageing, care, and technology through a planetary lens. I hope to develop research that not only advances academic knowledge but also creates meaningful social impact by empowering older adults and supporting healthier environments. I am excited to learn from a diverse cohort and to grow as a researcher committed to future-oriented, ethical forms of design.
Longyue Huang, China
Even though we have strong evidence about planetary boundaries and the health risks of crossing them, institutional responses are often weak, slow or symbolic. My thesis aims to ask: under what conditions do organised alternatives actually translate into real institutional change? I focus on the shift from “we’ve adopted the idea” to enforceable rules, funded implementation and measurable changes in both power and outcomes.
Tomás Van Gorp, Países Baixos
Believing in a synergy between human activity and natural resources, I decided to change my career with the intention of developing ways for this synergy to occur in a balanced and well-grounded manner, through research and/or academic career, preferably involving fieldwork and with practical application in collaboration with public and/or private entities.
Tânia Ferreira, Portugal
I want to help make the world a better place. I’m looking to share my take on the problem, connect with people who have similar interests, and find the inspiration to do even more.
Francisco Nunes, Portugal
While working in direct patient care was satisfying on a person-to-person level, I could see that there were greater systemic problems contributing negatively to the health outcomes of my patients. In joining this programme, I envisioned learning more about some of these problems on the planetary level, and hope to, even if in some small way, help to find solutions to these issues, particularly as they pertain to ocular health.
Erica Kwiatkowski, USA
Climate change has a significant impact on ecosystems and is expected to increasingly affect the distribution and survival of microorganisms in the environment. Particularly, food- and waterborne (FW) bacterial pathogens remain a major public health concern, as well as the increase of antimicrobial resistance.
My project aims to assess the impact of climate change on the occurrence, persistence, transmission and antimicrobial resistance of FW bacteria (Salmonella spp., Escherichia coli, Vibrio spp., Yersinia enterocolitica, Shigella spp., Listeria monocytogenes) in the Portuguese region of Lisbon and Tagus Valley.
Mariana Borges, Portugal
My intention for pursuing a doctorate in this program is twofold: how best I can contribute to ongoing and future commitments to improving decarbonization efforts, and as a means of finding employment in some capacity involving Planetary Health here in Portugal.
Lam Pham, USA
Currículo flexível e especializado
Os estudantes participam em cursos, seminários e estágios, e selecionam entre seis especializações - Alterações Climáticas e Saúde, Saúde Global, Saúde em Ambientes Extremos, Políticas e Governança em Saúde Planetária, Saúde Tropical e Saúde Urbana - para adquirirem os seus conhecimentos.
No primeiro semestre, os estudantes concluem quatro cursos centrais que abrangem as dimensões saúde, ambiente, socioeconomia e política da Saúde Planetária. Através de estudos de casos, estes cursos cultivam uma perspetiva crítica e expõem os estudantes a diversos contextos locais ou globais. Dois cursos opcionais oferecem qualquer tópico e competências transversais para alinhar com os interesses individuais. No final do primeiro ano, os estudantes definem a sua especialização de doutoramento, estabelecendo o seu percurso académico único. Seminários e estágios ao longo dos quatro anos do Programa promovem o crescimento académico e profissional, encorajando a aprendizagem colaborativa, o feedback construtivo, a criação de redes e a exposição a novas ideias.
São utilizadas metodologias de ensino activas para melhorar o pensamento crítico, a capacidade de resolução de problemas, o trabalho em equipa e a adaptabilidade.
PLANO DE ESTUDOS E ESPECIALIDADES
Plano de Estudos Detalhado
| UNIDADE CURRICULAR | COORDENAÇÃO | DURAÇÃO | ECTS |
|
Antropoceno e Saúde Planetária Setembro |
Coordenadores: Aida Tavares, Cristina Branquinho, Miguel Prudêncio Ana Abreu, Francisco Rebelo, Gonçalo Vieira, José Miguel Cardoso Pereira |
Modular | 6 |
|
Métodos de Investigação em Saúde Planetária Outubro |
Coordenadores: Mónica Oliveira, Susana Vinga, Sofia Bento Afonso Cavaco, Alexandre Leitão, Eduarda Marques da Costa, Ricardo Trigo |
Modular | 6 |
|
Ciência de Sistemas em Saúde Planetária Novembro |
Coordenadores: Margarida Amaral, Mário Ramirez, Ricardo Dias Ana Ribeiro, Luís Costa, Manuel Carmo Gomes, Zita Martins |
Modular | 6 |
|
Tópicos em Saúde Planetária Dezembro |
Coordenadores: Cristina Máguas, Filomena Carnide, Helena Cortez-Pinto Andreia Valente, Luísa Schmidt, Nuno Jardim Nunes, Sofia Oliveira Martins |
Modular | 6 |
|
Unidades Curriculares Opcionais * Opção Livre |
Modular ou semestral | 6 | |
| Tese e Estágios | Plurianual | 30 |
* Escolha pelo menos 6 ECTS selecionando uma unidade curricular que de 6 ou mais ECTS, ou duas que perfaçam, pelo menos, 6 ECTS.
| UNIDADE CURRICULAR | COORDENAÇÃO | DURAÇÃO | ECTS |
| Seminários I | Cecília Rodrigues, Teresa Melo | Modular | 3 |
| Tese e Estágios | Plurianual | 57 |
| UNIDADE CURRICULAR | COORDENAÇÃO | DURAÇÃO | ECTS |
| Seminários II | Cecília Rodrigues, Teresa Melo | Modular | 3 |
| Tese e Estágios | Plurianual | 57 |
| UNIDADE CURRICULAR | COORDENAÇÃO | DURAÇÃO | ECTS |
| Seminários III | Cecília Rodrigues, Teresa Melo | Modular | 3 |
| Tese e Estágios | Plurianual | 57 |
ESPECIALIDADES
Esta especialidade centra-se no estudo do impacto das alterações climáticas na saúde planetária, investigando os seus efeitos nas condições de vida, na disseminação de doenças e no bem-estar global, com o objetivo de desenvolver estratégias de mitigação e de adaptação. Foca atenção privilegiada nos eventos climáticos e seus efeitos na saúde física e mental dos humanos, nos poluentes ambientais e outras formas de degradação ambiental, na desflorestação e modificação de ecossistemas naturais terrestres e marinhos, na perda e fragmentação de habitat, na perda de biodiversidade e extinção de espécies, nos riscos colocados pelos atuais sistemas de produção alimentar, práticas agropecuárias, pescas e aquacultura, e no seu impacto na saúde global.
Coordenadoras
Cristina Branquinho e Luísa Schmidt
Saúde Global centra-se na análise de padrões e determinantes de saúde, investigando padrões epidemiológicos e fatores socioeconómicos e ambientais que ajudem a compreender as interconexões entre doenças, populações e sistemas de saúde à escala global. Insere-se, por isso, no conceito de One Health, que reconhece que a saúde humana e animal estão intimamente ligadas e em interdependência com a saúde ambiental. O foco estará na interdependência Humano-Animal-Ambiente, na análise multidirecional de causas, efeitos e consequências na saúde global. Enfatiza os riscos epidemiológicos na transmissão bidirecional da doença entre Humano-Animal e o papel dos sistemas naturais enquanto fator de propagação de vetores e de manutenção de reservatórios de agentes infecciosos, ou do ambiente enquanto elemento predisponente à doença Humana e Animal, considerando ainda os riscos para a segurança alimentar.
Coordenadores
Ana Abreu e Luís Costa
Esta especialidade foca-se no estudo de ambientes extremos, como regiões polares (Ártico e Antártida), desertos, altitudes elevadas, e áreas sujeitas a condições climáticas extremas. Procura, assim, compreender de que modo as comunidades humanas, a flora, a fauna e os ecossistemas nesses ambientes se adaptam, respondem e interagem com desafios únicos, como temperaturas extremas, escassez de recursos e condições adversas extremas. Procura, também, identificar riscos emergentes para a saúde global, nomeadamente pela exposição a novos agentes potencialmente patogénicos. O objetivo é compreender a saúde nessas condições extremas e desenvolver estratégias para uma adaptação sustentável. O reforço da oferta formativa da ULisboa em ambientes extremos está alinhado com a sua missão institucional, como demonstra a criação do Colégio Ciências Polares e Ambientes Extremos.
Coordenadores
Eduarda Marques da Costa e Ricardo Trigo
A governança constitui um ponto crítico na integração de políticas sociais, económicas e ambientais, mas também na criação, na síntese e aplicação de conhecimento interdisciplinar que contribua para o reforço da saúde planetária. Assim, esta especialidade foca-se na análise multinível das dimensões políticas e de governança da saúde planetária, investigando o modo como políticas internacionais, nacionais e locais contribuem para ou mitigam desafios de saúde global, à luz das dinâmicas geopolíticas e geoeconómicas. Esta análise abrange tópicos como políticas de desenvolvimento sustentável, regulamentações ambientais e o papel das estruturas de governança, da tecnologia e da inovação na abordagem de questões ambientais e de saúde global.
Coordenadoras
Andrea Valente e Mónica Oliveira
As regiões tropicais abrigam 40% da população mundial, incluindo mais de metade da população com menos de 15 anos. Os trópicos são também áreas ricas em biodiversidade, abrigando cerca de 80% das espécies terrestres do planeta, vitais para a regulação do balanço energético, de carbono e hídrico e, em última instância, do clima à escala global. Os trópicos (oceanos e florestas tropicais) fornecem igualmente recursos naturais de grande valor ambiental, económico, cultural e simbólico, assim como desafios únicos na promoção da saúde que impactam à escala global. Esta especialidade procura dar relevo aos desafios e necessidades das regiões tropicais enfatizando a sua centralidade para as grandes questões relacionadas com a Saúde Global e o desenvolvimento sustentável. O reforço da oferta formativa nas regiões tropicais está alinhado com a missão da ULisboa, através da criação do Colégio Tropical.
Coordenadoras
Ana Ribeiro e Teresa Melo
Uma parte importante da população vive nas cidades. Estas são os motores da atividade económica e são responsáveis por cerca de três quartos das emissões globais de gases com efeito de estufa. As estimativas indicam que, em 2050, cerca de 70% da população viverá em ambientes urbanos. Assim, esta especialidade foca-se nos sistemas urbanos, analisando a interação entre riscos globais, desenvolvimento urbano sustentável, saúde ambiental e resiliência das cidades, procurando compreender de que modo fatores como planeamento urbano, mobilidade, habitação, qualidade da água e do ar, recursos naturais ou as desigualdades sociais impactam a sustentabilidade e a capacidade de adaptação das áreas urbanas, visando o desenvolvimento de estratégias para promover cidades mais sustentáveis e resilientes, mas também mais justas e menos desiguais.
Coordenadores
Francisco Rebelo e Nuno Nunes
CORPO DOCENTE
Especialistas interdisciplinares de renome
O programa envolve as 19 Escolas da Universidade de Lisboa. Os docentes e orientadores de tese são especialistas de várias áreas e setores, académicos e não académicos, empenhados em promover um ambiente propício à investigação de elevada qualidade e impacto.
Ana Abreu, Faculdade de Medicina
Ana Ribeiro, Instituto Superior de Agronomia
Andrea Valente, Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas
Carla Gomes, Faculdade de Direito
Cecília Rodrigues, Faculdade de Farmácia
Cristiana Bastos, Instituto de Ciências Sociais
Cristina Branquinho, Faculdade de Ciências
Francisco Rebelo, Faculdade de Arquitetura
Eduarda Marques da Costa, Instituto de Geografia e Ordenamento do Território
Luís Costa, Faculdade de Medicina Veterinária
Luís Tinoca, Instituto de Educação
Maria Cristina Neves, Faculdade de Medicina Dentária
Maria Filomena Carnide, Faculdade de Motricidade Humana
Maria José Chambel, Faculdade de Psicologia
Maria Teresa Casal, Faculdade de Letras
Mónica Oliveira, Instituto Superior Técnico
Pedro Almeida, Faculdade de Belas-Artes
Sofia Bento, Instituto Superior de Economia e Gestão
Comissão Executiva
Cecília Rodrigues (presidente)
Ana Abreu
Ana Ribeiro
Cristina Branquinho
Francisco Rebelo
Gonçalo Vieira
Mónica Oliveira
Membros suplentes:
Andrea Valente
Luís Costa
Luísa Schmidt
Nuno Nunes
Ricardo Trigo
Teresa Melo
Faculdade de Arquitetura
Carla Sofia Morgado
Filipe González Migães de Campos
Francisco Rebelo
Gianni Montagna
Gonçalo Falcão
Hugo Farias
Faculdade de Belas-Artes
Cristóvão Pereira
Pedro Duarte de Almeida
Rogério Taveira
Sofia Leal Rodrigues
Suzana Parreira
Victor Almeida
Faculdade de Ciências
Cristina Branquinho
Cristina Máguas
Lisete Sousa
Manuel Carmo Gomes
Margarida Amaral
Marília Antunes
Mónica Sofia Cunha
Raquel Conceição
Ricardo Dias
Ricardo Trigo
Romana Lopes Almeida
Tiago Capela Lourenço
Tiago Guerreiro
Faculdade de Direito
Faculdade de Farmácia
Maria Beatriz Lima
Afonso Cavaco
João Gonçalves
Maria da Graça Soveral
Maria do Rosário Bronze
Sofia de Oliveira Martins
Vasco Branco
Faculdade de Letras
Amália Mendes
Augusto Nascimento
Cecília Beecher Martins
João Pedro Cunha Ribeiro
José Damião Rodrigues
Luís Filipe Barreto
Margarida Vale de Gato
Maria Alexandre Lousada
Maria João Freitas
Sónia Frota
Teresa Casal
Faculdade de Medicina
Ana Abreu
Emília Valadas
Fausto Pinto
Helena Cortez Pinto
Joaquim Ferreira
Mário Ramirez
Miguel Prudêncio
Faculdade de Medicina Dentária
António Ginjeira
António Mata
Henrique Luís
Joana Marques
João Aquino
Maria Cristina Bettencourt Neves
Mário Bernardo
Sofia Arantes e Oliveira
Sónia Mendes
Victor Assunção
Faculdade de Medicina Veterinária
Luís Lopes da Costa
Isabel Fonseca
José Alexandre Leitão
Maria João Fraqueza
Rui Bessa Ciências
Virgílio da Silva Almeida
Faculdade de Motricidade Humana
António Veloso
Celeste Simões
Duarte Araújo
Filomena Carnide
Maria de Fátima Baptista
Paulo Alexandre Silva Armada da Silva
Faculdade de Psicologia
Telmo Mourinho Baptista
Alexandra Marques Pinto
Isabel Narciso
Luísa Barros
Maria José Chambel
Miguel Barbosa
Instituto de Ciências Sociais
Luísa Schmidt
Cristiana Bastos
João Mourato
Lavínia Pereira
Lea Heyne
Luís de Sousa
Marta Rosales
Monica Truninger
Olívia Bina
Pedro Figueiredo Neto
Ricardo Roque
Roberto Falanga
Rosário Oliveira
Verónica Policarpo
Instituto de Educação
Luís Tinoca
Carmen Cavaco
Carolina Carvalho
Instituto de Geografia e Ordenamento do Território
António Lopes
César Capinha
Eduarda Marques da Costa
Gonçalo Vieira
Marcelo Fragoso
Paulo Morgado
Sandra Oliveira
Instituto Superior de Agronomia
Ana Ribeiro
André Almeida
Cláudia Marques-dos-Santos
José Miguel Cardoso Pereira
Luís Goulão
Luis Mira da Silva
Rui Figueira
Instituto Superior de Ciências Sociais e Políticas
Andrea Valente
Carla Pinto
Fátima Amante
Lara Tavares
Paulo Castro Seixas
Sandra Balão
Instituto Superior de Economia e Gestão
Aida Tavares
Idalina Sardinha
Marta Varanda
Sara Falcão Casaca
Sofia Bento
Instituto Superior Técnico
Ana Ferreira
Filipa Ferreira
João Canário
Maria João Pereira
Nuno Nunes
Mónica Oliveira
Patrícia Gonçalves
Paulo Ferrão
Sandra Cabo Verde
Susana Vinga
Teresa Melo
Tiago Domingos
Zita Martins
Reitoria
DATAS IMPORTANTES
1.ª FASE
Candidaturas: 12 de janeiro a 20 de fevereiro de 2026
Entrevistas: 25 a 27 de fevereiro de 2026
2.ª FASE
Candidaturas: 30 de março a 24 de abril de 2026
Entrevistas: 29 a 30 de abril de 2026
3.ª FASE
Candidaturas: 1 a 12 de junho de 2026
Entrevistas: 17 a 19 de junho de 2026
REQUISITOS DE ADMISSÃO
Podem candidatar-se os detentores do grau de mestre, ou equivalente legal, em qualquer área do conhecimento. São ainda elegíveis os titulares do grau de licenciado, ou equivalente legal, e detentores de um currículo escolar, científico ou profissional especialmente relevante, após avaliação curricular pela Comissão Científica.
PROPINAS
2750 €/ano
VAGAS
30
DURAÇÃO
4 anos letivos, 240 ECTS
IDIOMA
Inglês
TIPOLOGIA E MODALIDADE
Curso intensivo, por módulos, presencial.
CALENDÁRIO
Início das aulas: 28 de setembro de 2026
Termo do primeiro semestre: 18 de dezembro de 2026
Sessão de Abertura: 24 de setembro de 2026
Dia de Orientação na ULisboa: 25 de setembro de 2026
LOCALIZAÇÃO
As candidaturas e matrículas são feitas através da Plataforma FenixEdu.
Tem dúvidas? Veja como se candidatar.
Candidaturas
BOLSAS DE DOUTORAMENTO
A ULisboa proporciona aos seus estudantes de formação avançada incentivos para a atividade científica.
ACREDITAÇÃO PELA A3ES
Processo n.º A3ES NCE/24/2400062
Data da decisão: 2024/10/15
Período: 6 anos
Processo de Acreditação










