O graffiti e o muralismo podem ser considerados Património Imaterial? Ao promoverem uma ligação visceral e intuitiva entre o cidadão e a forma física da cidade, estas práticas transcendem o mero “objeto artístico”. Em vez disso, representam um processo dinâmico e coletivo, essencial para a vitalidade urbana.
Estas práticas desafiam o Cânone da Arte Clássica, exigindo um afastamento das suas estruturas historicamente eurocêntricas e exclusivas. Longe de sinalizar o esgotamento da arte, o graffiti oferece um caminho de renovação através da hibridização de superfícies físicas e da imagem em movimento. Esta evolução abrange não apenas as narrativas digitais e cinematográficas na paisagem, mas também a consciência profunda de que as imagens que construímos nunca são estáticas.
O tema da edição de 2026 da Urban Creativity Conference + Activities surge de 3 eixos:
Imaterial
Cânone da Arte
Imagem em Movimento
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