A exposição estará patente na Sala de Exposições Temporárias até 31 de agosto.
Visita comentada à exposição por Aurora Almada e Santos e Paulo Catrica.
A exposição explora o papel da fotografia na construção do argumento de "manutenção da paz" num território em guerra, a partir de imagens da Guiné-Bissau captadas por Álvaro de Barros Geraldo (1966-1974). Através de fotografias de emboscadas, cerimónias protocolares e iniciativas militares e sociais, procura-se analisar criticamente como esse discurso legitimou e perpetuou tensões pós-coloniais ao longo dos séculos XX e XXI. No ano em que se assinalam os 50 anos das independências das antigas colónias portuguesas, esta exposição questiona os legados dessa narrativa e as suas implicações no presente e no futuro.
Participação livre
Ponto de encontro: átrio do Museu.
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