

Vamos construir o

Nos dias 22 e 23 de maio, temos encontro marcado no Pavilhão de Portugal.
Integradas no evento Experimenta o Futuro, as jornadas FATAL do Futuro reúnem profissionais, amadores, curiosos e entusiastas para refletir e debater o papel do teatro universitário.
O que podes esperar deste evento?
- Falar e debater o FATAL, sem filtros;
- Fazer as ideias ganhar vida;
- Um espaço para repensar o teatro universitário a partir do que já foi feito.
É tempo de refletir, inovar, arriscar e surpreender por isso vamos transformar o Pavilhão de Portugal num verdadeiro laboratório de ideias.

No dia 22 de maio, as portas estão abertas a toda a gente!
Vai ser um dia cheio de conversas interessantes, com painéis que juntam membros de grupos de teatro universitário, representantes de entidades do meio académico e cultural (tanto públicas como privadas), investigadores, associações de estudantes e profissionais da cultura. Para fechar o dia em grande, há ainda uma performance sobre Teatro Universitário — e a melhor parte é que a entrada é livre.
10h00 - 11h30
APOIOS AO TEATRO UNIVERSITÁRIO
Pretende-se identificar os principais instrumentos de apoio, enquadramento e reconhecimento institucional, exclusivamente focado nos grupos de Teatro Universitário, designadamente perspetivas de consolidação, desenvolvimentos e integração destas práticas artísticas nas Universidades.
Oradores:
Joana Félix (Plano Nacional das Artes, Coordenadora Intermunicipal)
Jorge Relvas (Vice-Reitor para a Cultura da ULisboa)
Marco Guerra (Divisão de Ação Cultural da Câmara Municipal de Lisboa)
Susana Graça (CCDR LVT, Unidade de Cultura, Vice-Presidente)
David Talete (Dirigente Associativo e Membro da Direção da Associação de Estudantes da Faculdade de Letras da ULisboa)
Moderador: Rui Teigão (Direção de Serviço de Apoio às Artes da Direção-Geral das Artes, antigo programador e produtor do FATAL)
12h00 - 13h30
COMUNICAÇÃO E PÚBLICO
Pretende-se identificar estratégias e práticas possíveis para comunicar com a comunidade académica, assim como com as comunidades civis e artísticas para criação e fidelização de novos públicos do festival.
Oradores:
Maria João Bilro (Comunicação Alkantara Festival)
Rita Tomás (Comunicação Teatro do Bairro Alto)
Tiago Guerreiro (Comunicação Museu Bordalo Pinheiro)
Moderadora: Raquel Montez Raimundo (Área de Programação Cultural da ULisboa)
14h30 - 16h00
ESPAÇOS PARA CRIAR
Pretendemos compreender as condições de ensaio e criação dos grupos de Teatro Universitário em Portugal, e discutir os desafios e práticas de acesso a espaços teatrais no âmbito do festival e fora dele.
Oradores:
João Cintra (Produtor e membro GTIST)
João Garcia Neto (Diretor Artístico GrETUA)
Marina Albuquerque (Encenadora GTN)
Mafalda Sebastião (Coordenadora do Polo Cultural Gaivotas Boavista)
Moderador: Pedro Saavedra (Ator, dramaturgo e encenador)
16h00 - 17h30
ARQUIVO, MEMÓRIA E CONTINUIDADE
Vão ser debatidas práticas de documentação e preservação; especificidades do trabalho de arquivo de Teatro Universitário; propostas realistas para salvaguarda da memória do Teatro Universitário. Apresentação do projeto i[mediato] de Ruben Ferreira.
Oradores:
Ricardo Seiça Salgado (Investigador CRIA-UC, ex-membro do CITAC)
Ruben Ferreira (Investigador do CIAC – Centro de Investigação em Artes e Comunicação e criador da plataforma i[mediato]);
Sandra Pinto Pinheiro (representante Teatro Universitário Porto)
Tânia Araújo (MEF)
Tiago Ivo Cruz (Investigador Centro de Estudos de Teatro e projeto ARTHE)
Moderadora: Marta Rosa (Investigadora do Centro de Estudos de Teatro)
18h00 - 19h00
PERFORMANCE TEATRO UNIVERSITÁRIO PORTUGUÊS: UMA POÉTICA DE RESISTÊNCIA DE RICARDO CORREIA
Nesta conferência-performance serão abordados momentos-chave do Teatro Universitário Português e a sua relação com o contexto histórico e político, ao longo de três períodos: durante o Estado Novo, depois a sua reconfiguração em plena Democracia, após o 25 de Abril de 1974, e no século XXI. Ao longo da conferência será questionado o que foi e o que resta, hoje, da poética e da resistência no teatro universitário contemporâneo.
Já na manhã de 23 de maio, o foco passa para uma sessão de design thinking, desta vez mais reservada, dirigida a elementos do júri, do grupo de seleção e a grupos de teatro universitário. Depois disso, o ambiente volta a descontrair com uma pequena conversa seguida da exibição de um documentário sobre o GrETUA, também com entrada livre e gratuita.
10h00 - 13h00
DESIGN THINKING COM RITA TOMÉ
Nesta sessão os contributos individuais dos presentes vão levar-nos a pensar de forma colaborativa e criativa, aplicando a metodologia de design thinking, sobre alguns dos eixos fundamentais do Futuro do FATAL, tais como a programação, a calendarização do festival, entre outros. Este é o único momento das jornadas que não é de entrada livre. Nele participam membros de grupos de teatro universitário, jurados, grupos de seleção do Festival e a equipa da Área de Programação Cultural da ULisboa, assim como alguns convidados de estruturas culturais e de investigação.
14h00 - 15h00
ESTREIA DO DOCUMENTÁRIO GrETUA - ANTES DE MAIS, PARABÉNS ATRASADOS (2025)
O GrETUA (Grupo Experimental de Teatro da Universidade de Aveiro) é, há 45 anos (mais qualquer coisa), um grupo a tentar sê-lo, a experimentar. Essa experiência é o mote para pensar sobre o que é um grupo, no espaço e no tempo, as relações de que se faz, as ideias que o unem e o transformam, de ano em ano, de mão em mão.
15h00 – 15h15
SESSÃO DE ENCERRAMENTO


O futuro não se prevê. Vive-se. Experimenta-se.
De 21 a 24 de maio, o Pavilhão de Portugal transforma-se num organismo vivo: inquieto, curioso, cheio de perguntas que não pedem permissão para existir.
A ULisboa celebra um ano de Pavilhão de Portugal como espaço de ligação à sociedade, onde ciência, cultura, inovação e participação pública se encontram, com o evento Experimenta o Futuro.
Durante quatro dias, este espaço respira ideias, provoca gestos, acende descobertas. E tu és parte do pulso.
