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Os novos edifícios estarão concluídos no decorrer do próximo ano. Esta Residência será uma das maiores do País.

Pessoas
André Farias Filipe - ULisboa

A ULisboa assume como uma das suas prioridades a resposta às necessidades dos estudantes e continuará empenhada em garantir as condições adequadas para lhes possibilitar a frequência do Ensino Superior e promover de forma ativa o seu sucesso académico.

O complexo residencial na Cidade Universitária de Lisboa integra o projeto do Plano Nacional para o alojamento no Ensino Superior e assume-se como uma marca do novo paradigma das residências universitárias para o século XXI no nosso país, criando no Pólo Universitário central da maior universidade portuguesa, um lugar único para a comunidade estudantil, numa perspetiva global e aberta a toda a comunidade académica de Lisboa, à Cidade e ao Mundo.

O empreendimento total inclui três edifícios, bem como um enquadramento paisagístico envolvente, com dois jardins a norte e a sul, encontrando-se os edifícios em redor de uma grande praça central, com um parque de estacionamento subterrâneo, estando previsto que funcionem de forma complementar e em ligação com estes espaços. O Edifício 1 (Atual Residência António Cruz Serra) inaugurado em 2023 conta com 335 camas. As obras dos Edifícios 2 e 3 estão em curso e, em 2026/2027, estarão disponíveis mais 566 camas. Esta será uma das maiores do País. 

O investimento total da ULisboa em alojamento estudantil excedeu os 72 M€, dos quais 49,5M€ são provenientes do financiamento do Plano de Recuperação e Resiliência (recuperarportugal.gov.pt).

Este investimento reforça o compromisso da ULisboa com a inclusão, a equidade no acesso ao Ensino Superior e a qualidade da vida académica, consolidando o papel de uma Universidade que se quer pública, livre, crítica, aberta, exigente e solidária.

 

Dia 30 de setembro fica marcado pelo Pau de Fileira da obra

O pau de fileira é um elemento simbólico e tradicional utilizado nas obras de construção civil em Portugal, especialmente quando se conclui a estrutura principal de um edifício. Trata-se de um ramo de oliveira, geralmente colocado no ponto mais alto da construção — como o topo da última laje — para assinalar o término da fase estrutural. Este gesto tem raízes antigas e representa não só o progresso da obra, mas também um sinal de respeito à natureza e aos trabalhadores envolvidos no processo.

Mais do que um simples ritual, o pau de fileira é frequentemente acompanhado por uma pequena celebração entre os operários, engenheiros e responsáveis pela obra. É um momento de orgulho coletivo, que marca uma etapa importante e reforça o espírito de equipa no estaleiro. 

A Tuna Académica de Farmácia da Universidade de Lisboa recebeu os convidados em festa para a celebração do progresso desta obra, tão importante para os estudantes da ULisboa.

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