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Pelo segundo ano consecutivo, a Faculdade de Arquitectura (FA), da Universidade de Lisboa (ULisboa), alargou a praxe à vertente social. Os 250 caloiros da FA foram a uma escola para deficientes, na Ajuda, para alegrar a tarde de quem lá estava.

A atividade, inserida na semana de receção ao caloiro, «pretende envolver os novos estudantes com a comunidade carenciada e mostrar que a praxe é também uma questão social», explica Pedro Roque, presidente da AEFA. O objetivo é criar uma onda de solidariedade e partilha entre os caloiros.

No ano passado, «a experiência foi muito espontânea, emocionante e engraçada para os caloiros, agora decidimos pegar no conceito e dar-lhe uma dimensão mais assumida», refere Pedro Roque, frisando que trazer a comunidade Erasmus para participar nas praxes é também intenção.

Para o futuro, a ideia é «dinamizar cada vez mais estas atividades. Tanto que, pela primeira vez, a receção ao caloiro de Arquitetura vai ser feita até maio», acrescenta o presidente da AE.

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