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Revista ULisboa

Anatomia à flor da pele

Entramos no laboratório de taxidermia do Museu Nacional de História Natural e da Ciência e vemos um esquilo a descer um tronco, dois peixes vermelhos, uma raposa deitada em cima de um armário e outros animais que parecem fitar-nos atrás de uma vitrina: um pato, um crocodilo, um gato bravo.

Homem
Pedro Andrade, responsável pelo laboratório de taxidermia do MUHNAC Ana Luísa Valdeira - ULisboa

São peças de taxidermia, uma área dentro da zoologia que compreende a preparação de exemplares de várias espécies de animais para fins científicos e exposição no Museu. Sem músculos, sem ossos, sem órgãos, as peças são modeladas em espuma de poliuretano, montadas em bases metálicas e cobertas com a única matéria orgânica que lhes resta: a pele. Falámos com Pedro Andrade, o responsável pelo laboratório, que nos diz que a formação da palavra «taxidermia» ajuda a perceber do que se trata: «A palavra divide-se em taxi e dermia: taxi quer dizer “movimento” e dermia “pele”. Se juntarmos as duas temos “dar movimento à pele”».

Leia o artigo completo na Revista ULisboa n.º 34, pp. 13-17.

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