São óbvios os benefícios de antever o futuro: para quem analisa fenómenos políticos, económicos, financeiros ou desportivos. Philip E. Tetlock juntou dezenas de milhares de pessoas e pediu-lhes que previssem eventos à escala mundial. Os resultados de algumas dessas pessoas foram incrivelmente bons. No entender de Tetlock, essas pessoas são «superprevisores». O que podemos aprender com eles? Que conclusões podemos retirar do estudo de Tetlock?
Nesta conferência, Tetlock apresenta um método comprovadamente seguro de antever o futuro, mostrando que afinal as superprevisões não requerem supercomputadores ou métodos misteriosos.
Segue-se uma mesa redonda com Barbara Ann Mellers, João Caraça e Paulo Rodrigues, especialistas das áreas da psicologia do comportamento, da economia e da gestão de ciência e tecnologia. O debate será moderado por Carlos Fiolhais.
Data: 23 de novembro
Hora: 14h30 - 17h00
Local: Sala de Actos da Reitoria da Universidade de Lisboa
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